Porto Velho, Guajará-Mirim, Candeias do Jamari, Nova Mamoré e Itapuã do Oeste
A porta de entrada que ainda não virou porta de saída
Esta é a região onde Rondônia encontra o rio, a fronteira e o resto do mundo. E é justamente aqui que o estado desperdiça o maior potencial.
Guajará-Mirim está a poucos metros da Bolívia e vive de olhar a fronteira passar. O comércio poderia ser muito maior, o turismo poderia ser muito maior, e a produção do estado poderia sair por ali rumo ao Pacífico. Falta estrutura.
Nas comunidades do Madeira, quem depende do rio depende de barco velho e de porto improvisado. Uma consulta médica pode significar um dia inteiro de viagem.
O que propomos ☝️
Área de Livre Comércio e polo logístico em Guajará-Mirim
Estrutura aduaneira, armazenagem e serviços para transformar a cidade em ponto de passagem da produção brasileira rumo à Bolívia e ao oceano Pacífico.
Ponte internacional sobre o Rio Mamoré
A ligação definitiva entre Guajará-Mirim e a Bolívia, com porto hidroviário e recintos preparados para receber carga internacional.
Departamento Estadual de Fronteira
Uma estrutura dedicada aos mil quatrocentos e cinquenta e sete quilômetros de divisa com a Bolívia, sendo a maior parte deles por rio. Inclui bases operacionais em terra e em água e uma nova unidade de combate ao tráfico em Guajará-Mirim.
Fortalecimento do hospital regional de Guajará-Mirim
E criação de um ambulatório de especialidades, para reduzir a viagem até a capital.
Estrada entre Buritis e Nova Mamoré
Bombeiros para o combate ao fogo
Criação de um batalhão especializado em incêndios florestais e emergências ambientais, a partir da unidade já existente em Candeias do Jamari.
Turismo do Rio Preto, em Candeias do Jamari
Estruturação de uma rota de ecoturismo com apoio a pousadas e acessos.
Garimpo legalizado e organizado
Um programa de mineração responsável, com apoio a cooperativas e certificação da produção, dando segurança jurídica a quem já trabalha na atividade.
Região Metropolitana de Porto Velho
Planejamento conjunto entre Porto Velho, Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste para saneamento, transporte e logística.
Saúde e portos para as comunidades ribeirinhas
Do Baixo, Médio e Alto Madeira, com atendimento regular e portos em Calama, São Carlos, Nazaré, Demarcação e outras comunidades.
Este plano é apenas o nosso ponto de partida
Estivemos em Guajará-Mirim, em Nova Mamoré e nas comunidades do Madeira. Muito do que está aqui foi dito por quem mora lá.
Ainda há o que ouvir. Este documento é um começo, e ele continua sendo escrito.
Um plano feito de conversa 💬
Este projeto de governo não nasceu de gabinete. Percorremos Rondônia em reuniões, visitas e conversas diretas com produtores rurais, mães de família, jovens, comerciantes, servidores públicos, profissionais de saúde, lideranças religiosas e comunitárias.
Ele está organizado em dez grandes eixos e reúne o que conseguimos escutar até aqui. Não é uma lista de respostas prontas, nem a única forma de resolver os problemas do estado. É um ponto de partida sério, construído com quem vive cada realidade.
E ele continua sendo escrito. Se você tem uma proposta, uma crítica ou uma necessidade que não está contemplada, queremos saber.